Monitora Covid-19: Sertão, Cariri e Brejo têm o menor público do app que oferece atendimento e desafoga serviços de saúde

O Aplicativo Monitora Covid-19 completou, nesta sexta-feira (26),  48 dias com mais de 7.500 pessoas atendidas. Até agora são 11.680 cadastros, um número que coloca a Paraíba em segundo lugar no país, perdendo apenas para a Bahia, com 16 mil, pioneiro na implantação do app. A maioria dos cadastros está concentrada na grande João Pessoa, com 60% de usuários. Nas regiões do Cariri, Brejo e Sertão, o número de cadastros é bem menor.

“Temos observado que, na grande João Pessoa, a população aderiu a proposta, desafogando os serviços de saúde. Provavelmente, as pessoas atendidas por meio do aplicativo iriam à procura de uma unidade, em busca de dúvidas simples. Através do aplicativo, tiveram atendimento e os casos foram resolvidos. Pretendemos dar essa mesma resposta nas regiões do Cariri, Brejo e Sertão. Por isso, é tão importante que a população se cadastre”, disse a gerente operacional de Atenção Básica da SES, Rayanna Coelho.

Rayanna explicou que o aplicativo proporciona o atendimento médico em até 48 horas. “Dependendo dos casos, os médicos orientam para que as pessoas fiquem em casa ou é feito o encaminhamento para os postos de sáude e UPAs”, explicou. O aplicativo conta com uma equipe de retaguarda de 30 médicos, atendendo todos os dias da semana, das 8h às 20h.

O Monitora Covid-19 oferece atendimento por meio de um aplicativo que baixa no celular (smartphone e IOS). É mais uma ferramenta da Secretaria de Estado da Saúde (SES) para monitorar pacientes com sintomas do novo coronavírus.

A ferramenta funciona como triagem de classificação de risco e disponibiliza atendimento médico por ligações telefônicas e chat. Primeiramente, o usuário precisa baixar o aplicativo, preencher o cadastro e responder às perguntas. A partir daí, o algoritmo do Monitora Covid-19 faz a classificação do paciente, conforme as informações dadas.

Para ter acesso a esses atendimentos, é necessário baixar o aplicativo no celular, fazer o cadastro e responder a algumas perguntas que são uma espécie de triagem para que o aplicativo possa fazer a classificação de risco do paciente e o seu devido encaminhamento.

Secom-PB

Paulo de Pádua

Paulo de Pádua Vasconcelos é jornalista formado pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Tem especialização em Assessoria de Imprensa, no Curso de Comunicação Social, concluído pela FESP. Trabalhou, como repórter, em vários portais do Estado, a exemplo do WSCOM e ParlamentoPB, no BLOG de Luís Torres, por um determinado período, e também foi repórter dos cadernos de cidade, policial e política dos Jornais A UNIÃO e do extinto O NORTE. Além disso, foi coordenador de Comunicação Social e depois coordenador do Portal da Câmara Municipal de João Pessoa. Atualmente exerce a função de assessor de imprensa da Presidência da Câmara.

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